Mãe de 8 filhos ao ter o nono na cidade de Itajuípe, decide colocá-lo
no portão da igreja católica baiana para que seja amparado, no entanto, negando
seu legado épico, a entidade religiosa devolveu
o bebe a essa mãe que não tem a menor condição de criá-lo. Oxi, a
igreja, com seus monastérios, universidades, orfanatos, e claro, muita história
de caráter messiânico e humanitário, se negou a cuidar de um “messias”. Onde
podemos parar, na igreja capitalista, que vive para o lucro e obediência a uma
determinada elite?
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| Prova de uma igreja apenas capitalista |
Doeu muito vê a igreja tomar essa atitude. Foi uma surpresa
desagradável, cheguei até mesmo a considerar em minha religiosidade moral, um
aborto religioso cometido.
Tomara que a instituição tida como verdadeira igreja de cristo,
note que descumpriu o mandamento do mestre: O que fizeres as criancinhas,
estarão fazendo a mim! E tente amenizar-lo ao menos acompanhando os primeiros
anos do bebe, para que não morra de desnutrição ou doenças infantis.
À essa mãe tenho apenas que dizer, tomou uma iniciativa
correta e mítica, agora que o templo que tem inúmeros pais (padres), não
mantenha a contradição aos mandamentos evangélicos de seu idealizador divino e se retrate com a corrente do coração de Jesus.

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