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Pão com circo, estratégia romana de milênios atrás ganha força em Nova Soure

A arte, um mercado de mais de R$54 bilhões, timidamente começa a ter uma produção em Nova Soure que abrangerá a região. Isto porque o investimento não é pesado, e se encontra restrito a área musical, gravações de cantores e bandas. Bandas locais mesmo, as quais nunca tiveram a oportunidade de estarem em um ambiente de gravação profissional. Agora estão tendo, e aumentando a parcela de participação dos artistas novassourienses. Não tem um achado para bater de frente com Devinho Novaes, Pablo, Silvano Salles, Jonas Esticado, mas as portas estão abertas para aparecerem.

Investimentos locais em áreas como TV, Cinema e Youtube, ainda parece não atrairem os investidores da cidade que sabem se tratar de um grande risco, devido a minima capacitação, tanto no conteúdo quanto na produção. Porém com o tempo, curso livres, técnicos e graduações ficam cada vez mais acessíveis, o que pode influenciar a formação, capacitação e premiação de interessados.

Investimento em estúdio de musica
No município, o estúdio JP Produções Musicais já tem um vasto portfólio de cantores locais que chamam a atenção nas produções e claro, conseguem contratos com escritórios para onde vendem seus shows afim de agradarem o publico. Peca em diversidade musical, mas isso é por falta de estilo de cantores, não pela capacidade. Vou citar algumas joias locais que já fizeram parceria com o estúdio de gravação: Vitor & Romário, Daniel, entre outros.

Estamos começando, no entanto, poucos fatores nos impedem de termos ao menos uma participação de 0,001% nesse mercado, o que daria um montante de R$540.000. Um desses fatores é ampliar para produções audiovisuais também, onde cabe um investimento de risco que não estão cogitando aderirem. A veracidade da resposta devido a falta de uma pesquisa de mercado, ainda é bastante duvidosa. Infelizmente, na produção audiovisual, também falta talento para frente das câmeras, já que o youtube e facebook são a cada dia mais decifrados em questão de monetização e público, nas TVs surgem inúmeros rools de negócios como, em Salvador: NordesteLab; no Rio de Janeiro: R2C e RioMakerting, onde se negociam os produtos: programas de TV, Series, Documentários e Realitys com os Players(CANAIS).

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