Pelo menos 87% das pessoas que você conhece, se perguntar o que fazer para ajudar o próximo ? Logo mentalizará: Jesus para mim, o Diabo para o próximo – está quase  provado que  o  causador  disso  é  a  influência  do  dinheiro. À situação, as 87% das pessoas classificam erroneamente de respeito. Mas na verdade é apenas uma vergonhosa maneira de se subordinar ao péssimo uso do poder.

Somo obrigados a ver sujeitos, até da nossa própria família, vender-se por ficar próximo alguns minutos de alguém, cujo o único valor que tem, é o financeiro. Tal postura, como se não bastasse o alto preço moral para nós, os 13%, ainda nos comprometem em inúmeras transações de emprego ou negócios. Mostra-se muito mais preocupante do que uma discussão sobre propriedades dos pais.

Uma situação a se destacar nesse te JESUS PARA MIM, O DIABO PARA OS OUTROS, é que não passará de incógnitas suas palavras. Algo que não vai além da comunicação restrita. Não digo que não entendem, mas sim que deturpam toda a importância. No entanto, também não é fator determinante para o estudo da gravidade.

Faltando pessoas que possam colaborar com seus propósitos, não é o fim do mundo. Primeiramente há  muita coisa que pode ser feita com relação ao seu conhecimento - o uso adequado da constituição e dos códigos, averbados por um advogado. Há muitos na rede social, com certeza já é amigo de vários deles e nem percebeu. Eles em um cyber mundey podem minimizar isso. E por fim, trazer diversos elementos que podem garantir também o Jesus para mim.